Tendo conhecimento do prolongamento excessivo do encerramento da Ponte do Vascão, para efeitos de realização de obras de reabilitação, a Junta de Freguesia de Espírito Santo, apesar de ser absolutamente alheia a este problema, vem por este meio expressar a sua profunda preocupação e apresentar contestação pública relativamente a esta situação que está a provocar constrangimentos em vários domínios.
A Junta de Freguesia reconhece a necessidade de intervenções estruturais para garantir a segurança da infraestrutura e dos seus utilizadores. No entanto, entende que a gestão do processo de reabilitação da Ponte do Vascão está a ser marcada por uma demora inaceitável, cujos impactos negativos sobre a população têm vindo a agravar-se de forma preocupante.
O atraso na obra tem provocado sérios transtornos, nomeadamente:
• Longos desvios na circulação, com implicações no tempo e custos de deslocação;
• Prejuízos económicos para produtores locais, agricultores e comerciantes;
• Riscos associados a tempos de resposta de veículos de emergência;
• Crescente descontentamento e frustração por parte da população.
Neste contexto, a Junta de Freguesia de Espirito Santo exige com carácter de urgência:
• Uma explicação detalhada sobre os motivos da demora na execução das obras;
• A definição e divulgação de um novo cronograma realista e vinculativo para a sua conclusão;
• A abertura de um canal de comunicação regular com a Junta e a população afetada.
A Junta de Freguesia reitera a sua total disponibilidade para colaborar na resolução deste problema, mas exige que a entidade competente, as Infraestruturas de Portugal, cumpra o seu dever de garantir infraestruturas seguras, acessíveis e com prazos de intervenção respeitados.







